O que a cirurgia refrativa pode corrigir?
Miopia, hipermetropia e astigmatismo alteram o foco das imagens e podem ser corrigidos por meio de diferentes técnicas de cirurgia refrativa. A escolha do tratamento ideal depende do grau, da idade, das características da córnea e de uma avaliação oftalmológica completa.
Hoje, também é possível tratar a presbiopia — a dificuldade para enxergar de perto que surge com o passar dos anos. Técnicas modernas permitem ampliar a independência dos óculos para longe, perto e distâncias intermediárias. A indicação é individualizada, levando em consideração as características dos olhos e as necessidades visuais de cada paciente.
Quem pode considerar o procedimento?
A avaliação considera estabilidade do grau, formato e espessura da córnea, olho seco e outras condições oculares. Histórico de doenças, medicamentos, cirurgias anteriores e atividades profissionais também precisam entrar na conversa.
Ceratocone e determinadas alterações da córnea podem contraindicar a cirurgia a laser. Óculos e lentes de contato continuam sendo alternativas válidas; decidir não operar também pode ser a orientação mais adequada.
Técnicas, expectativas e limitações
Com o Dr. Guilherme Araújo, a consulta é o momento de discutir quais opções fazem sentido para o seu caso e o que cada uma pode oferecer. O objetivo é reduzir a dependência.
Os riscos variam com a técnica e incluem ressecamento, halos, desconforto com luzes, correção residual e infecção. Complicações podem comprometer a visão, mesmo com seleção cuidadosa dos pacientes.
Como é a recuperação?
O ritmo de recuperação varia conforme o procedimento e a resposta do olho. Colírios, proteção ocular e consultas de retorno devem seguir a prescrição recebida. A liberação para dirigir, trabalhar e praticar esportes depende da evolução.
Planeje o transporte após a cirurgia e esclareça como contatar a equipe. Piora súbita da visão ou sintomas importantes exigem avaliação, sem esperar pelo retorno agendado.
